Bebê que nasceu com metade do coração sobrevive a erros médicos e precisa de ajuda com tratamento
Ravi tem apenas 1 aninho e é um milagre.
Desde o primeiro segundo de vida, ele precisou lutar para sobreviver. Foi negligenciado, quase morreu por erros médicos e nasceu com uma cardiopatia gravíssima: Ravi tem apenas metade do coração.
São 6 malformações cardíacas severas, entre elas a hipoplasia do ventrículo direito e da aorta, colocaram sua vida em risco imediato. Ainda recém-nascido, já estava em uma UTI, enfrentando batalhas que adultos mal suportariam.
"Primeiro, quando ele nasceu, nasceu roxo porque forçaram o parto o normal. Após dias internado e sem ter feito exame do coração, deram alta. Ravi foi internado novamente após ficar amarelo e desde então, não saiu mais do hospital".
Para continuar vivo, Ravi precisará passar por três cirurgias ao longo da vida. A primeira precisou acontecer antes mesmo de completar um mês de vida, mas como demorou meses para conseguir, quase que perdeu a vida.
Ravi foi entubado sem necessidade, só pra tentar acelerar a transferência. Ficou mais de um dia sem o remédio que mantinha o coração funcionando. Teve uma parada cardíaca. E o mais cruel: uma profissional deixou entrar água no respirador. A água subiu pelos tubos e entrou direto na cânula. Ravi estava se afogando, dormindo.
“Quando olhei, meu filho estava roxo, babando água. Se eu não tivesse ali, ele teria morrido. Chamei a polícia”.
Nesse caminho tão duro, os erros médicos deixaram marcas profundas: segundo a mãe, Nayara, o pequeno sofreu necrose no nariz e em parte da boquinha após ficar sem oxigênio.
Foram oito meses de vida dentro de um quarto de hospital. Oito meses longe de um lar, de colo tranquilo, de uma infância que deveria ser leve. Hoje, Ravi finalmente está em casa. Passou pela primeira cirurgia, completou 1 ano no dia 20 de dezembro e segue em acompanhamento pelo SUS. Cada dia fora do hospital já é uma vitória.
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Por que Ravi precisa da nossa ajuda?
Nayara é mãe solo. Vive de favor na casa da avó, em Guarulhos (SP). Ravi precisa de cuidados especiais e, por isso, ela não consegue trabalhar. Além dele, Nayara tem outros dois filhos, de 7 e 10 anos, que precisaram ficar com os pais por falta de espaço e condições. Uma dor silenciosa que nenhuma mãe gostaria de enfrentar.
Com a ajuda de uma campanha anterior, Nayara tentou dar um passo em direção a um lar próprio, investindo no financiamento de uma casa. Mas sem renda, esse sonho precisou ser adiado. “Infelizmente, não possuo nenhuma rede de apoio”, ela desabafa.
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Para onde vai a sua doação:
Agora, essa vaquinha existe para garantir o que é essencial para o Ravi continuar lutando: fisioterapia e fonoaudiologia, que ele não conseguiu pelo SUS, além dos custos diários com alimentação, exames e idas constantes ao médico.
Ravi já provou que quer viver. Ele só precisa de uma chance justa. Sua ajuda pode ser o apoio que essa mãe não tem e a esperança que mantém esse pequeno coração batendo.
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