Criança que sofreu semiafogamento em caixa d’água precisa de ajuda para dar continuidade ao tratamento com células-tronco
Paralisia Cerebral
Condição comprovada com documentos médicos
Necessidade Imediata
Verificada
Era uma tarde comum de junho de 2024, em Serra Talhada (PE). Pedro, na época com 1 aninhos e 10 meses, brincava no quintal da casa dos avós com o irmão mais velho, João, com 5 anos hoje.
Havia uma caixa d’água tampada, um banquinho e foi o suficiente para Pedro cair. A mãe, Vitória, correu e o resgatou imediatamente. A cabeça dele nem chegou a ficar submersa, mas Pedro já estava desacordado.
Por muito tempo, todos acreditaram que se tratava de um afogamento. Só no hospital veio a verdade: Pedro caiu, bateu as costas e, como havia acabado de almoçar, vomitou e aspirou o alimento para o pulmão. Ele parou de respirar.
Teve uma parada cardíaca. Os médicos lutaram por 45 minutos para reanimá-lo, em uma corrida desesperada contra o tempo. Para a medicina, Pedro não voltaria. Mas ele voltou.
Hoje, Pedro vive com sequelas graves. Ele tem paralisia cerebral, não enxerga, não fala e depende de cuidados 24 horas por dia.
Alimenta-se por sonda e ainda não consegue se mover sozinho. Mesmo assim, segue lutando todos os dias e mostrando que sua história ainda não acabou.
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Por que Pedro precisa da nossa ajuda novamente?
Recentemente, com a ajuda de uma outra campanha, a família conseguiu iniciar o tratamento com células-tronco em Curitiba, no Paraná. Cada sessão custa 20 mil reais, e Pedro precisa de três.
No Brasil, esse procedimento ainda faz parte de protocolos de pesquisa, mas representa hoje a maior esperança para melhorar a parte cognitiva e os movimentos do Pedro.
O desafio financeiro, porém, é imenso. Para que o tratamento tenha os efeitos esperados, Pedro precisa de suplementações importadas e medicamentos específicos que potencializam os resultados, além de equipamentos de uso diário prescritos pelo médico.
Soma-se a isso os custos de viagem e estadia em Curitiba, uma cidade com alto custo de vida, onde a família precisa permanecer durante o período do tratamento.
Além disso, manter Pedro saudável em casa exige gastos constantes. A família desembolsa cerca de 500 reais por mês apenas com os filtros da traqueostomia, fundamentais para evitar infecções.
Após um ano de espera, eles passaram a receber leite e fraldas pelo poder público, mas outros insumos essenciais, como sondas de aspiração, equipos e exames mais complexos, ainda dependem exclusivamente de doações. O benefício BPC/LOAS e o home care seguem aguardando liberação pela Justiça.
Apesar de tudo, Pedro é uma criança que, contra as estatísticas, quase não adoece e não vive mais em hospitais. Isso é resultado do cuidado incansável da mãe, Vitória, e de cada pessoa que ajuda para que ele tenha acesso ao tratamento adequado em casa.
Para onde vai a sua doação:
A vaquinha é para custear os medicamentos, suplementos e equipamentos essenciais para que o tratamento com células-tronco tenha resultado. São custos bem elevados para os próximos meses.
Acompanhe mais sobre essa e outras histórias em @ajudarbr
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