Homem mais alto do Brasil tem as duas pernas amputadas e faz apelo para conseguir próteses e voltar a andar

Identidade

Gigantismo

Condição comprovada com laudo médico Ícone verificado

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Necessidade Imediata

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Aos 40 anos, com 2,37m de altura, Ninão, de Assunção (PB), carrega uma história de superação marcada pelo gigantismo, uma condição rara causada pelo excesso de produção do hormônio do crescimento, geralmente por alterações na glândula hipófise. 

Esse crescimento fora do normal pode afetar todo o organismo, trazendo dores, dificuldades de locomoção e sobrecarga nas articulações e nos ossos.

Aos 15 anos, Ninão já media mais de 2,20m e começou a conviver com os sinais da doença. Aos 21 anos, depois de anos de dores e limitações, precisou passar por uma cirurgia no cérebro para controlar o problema.

Mas a luta dele não parou ali.

Por causa das consequências que a condição trouxe ao corpo, incluindo o grande impacto nos pés e na mobilidade, Ninão desenvolveu uma grave infecção óssea chamada osteomielite no pé direito. 

Foram quatro anos tentando tratamentos, internações e medicamentos para evitar o pior, mas a infecção avançou e ele precisou tomar a decisão mais difícil: amputar a perna abaixo do joelho em 2021.

Anos depois, o mesmo problema apareceu no outro pé. Para não prolongar novamente anos de sofrimento, Ninão decidiu amputar também a segunda perna.

Hoje, ele está se recuperando da cirurgia, mas enfrenta um novo desafio: voltar a andar.

Por que Ninão precisa da nossa ajuda?

A antiga prótese dele já quebrou três vezes e não atende mais às necessidades dele. Pela altura e peso, Ninão precisa de duas próteses personalizadas e fisioterapia para aprender a caminhar novamente com segurança.

Antes de ficar limitado pela doença, Ninão trabalhava com eventos e publicidade. Hoje, junto com sua esposa, tenta seguir em frente com uma renda que não consegue cobrir esses custos.

Para onde vai a sua doação:

A vaquinha é para ajudá-lo a conquistar suas próteses, fisioterapias e reconquistar a sua liberdade.

Acompanhe mais sobre essa e outras histórias em @ajudarbr

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