Após ser esfaqueada em ataque homofóbico, mulher não consegue trabalhar e é cuidada pela filha de 12 anos
Chorando muito, Mariene nos pediu ajuda. Além da dor física, ela carrega um trauma psicológico profundo. Desde o ataque ocorrido na madrugada do dia 1º de janeiro, Mariene está acamada, sem conseguir voltar ao trabalho.
“Sinto muita dor. Minha filha de 12 anos é quem está cuidando de mim”, relata.
Mariene Costa Pinto, de 34 anos, foi atacada em Boa Vista (RR) e recebeu cinco facadas na região do tórax. Segundo ela, o agressor era um vizinho, e a motivação teria sido homofobia.
Desde então, Mariene sente dores intensas na região abdominal e depende de medicamentos para conseguir suportar o dia a dia. Em atendimento médico, foi informada sobre a possibilidade de fratura na coluna, mas mesmo assim recebeu alta com orientação para retornar ao trabalho — algo impossível diante de seu estado físico.
“Não posso levantar, e graças a Deus ainda vou andar”, diz.
Antes da violência, Mariene trabalhava como ajudante de pedreiro e em outras atividades que exigiam esforço físico. Hoje, por causa dos ferimentos e da dor constante, não consegue retomar nenhuma função.
Sem renda, em recuperação e com filhos pequenos para criar, Mariene pede apoio para conseguir arcar com despesas básicas e atravessar esse momento tão difícil.
O ataque
Tudo começou em um bar em frente ao local onde Mariene participava de uma confraternização de fim de ano. Em determinado momento, ela foi até o bar para comprar um cigarro e acabou se deparando com um homem que, inicialmente, foi cordial e a cumprimentou.
Por volta de 1h da manhã, o homem saiu do bar e, algum tempo depois, retornou ao estabelecimento. Segundo Mariene, ele já voltou alterado e foi nesse momento que iniciou uma discussão com ela e uma colega.
“Ele mudou da água pro vinho e começou a dizer que não gostava de ‘machuda’”, relatou.
A primeira agressão aconteceu quando a colega de Mariene foi abraçá-la para desejar Feliz Ano Novo. “Ele segurou a minha cabeça e a dela e bateu uma contra a outra. Na hora, fui falar com a dona do bar”, contou.
Ao retornar, Mariene ainda foi obrigada pela colega a dizer, na frente do agressor, que as duas não eram um casal. Mesmo assim, ele continuou alterado, repetiu que não gostava de ‘machuda’ e desferiu um soco contra ela.
“Eu arremessei um copo na testa dele. Ele saiu, sumiu por um tempo e depois voltou da casa dele com uma faca. Foi quando me atacou”, finalizou.
Por que Mariene precisa da nossa ajuda?
Mariene precisa da nossa ajuda porque, após sofrer esse ataque violento que a deixou gravemente ferida, está sem condições físicas de trabalhar, sem renda e com filhos pequenos para sustentar.
Para onde vai a sua doação:
A vaquinha será destinada a custear despesas básicas como alimentação, medicamentos, transporte para atendimentos médicos e garantir o mínimo de dignidade enquanto ela se recupera física e emocionalmente desse trauma, até que possa voltar a trabalhar.
Acompanhe mais sobre essa e outras histórias em @ajudarbr
Sobre nossas campanhas
Apuramos e verificamos todas as histórias antes de serem publicadas. Assim, você pode doar com total segurança, sabendo que sua contribuição vai realmente fazer a diferença na vida de quem precisa. Após o encerramento da campanha, compartilhamos nas nossas redes sociais o destino das doações e a transformação que elas geraram na vida dessas pessoas.
R$ 0,01 captados da meta de R$ 20.000,00
1
Doadores
54 dias restantes
Você pode ajudar via PIX: mariene@ajud.ar