Vaquinha para o Luis, que se coça até sangrar, vive com a pele em carne viva e chega a pedir para morrer
Necessidade Imediata
Comprovada
Laudo Médico
Verificado
Luis, de 6 anos, foi diagnosticado ainda bebê com dermatite atópica grave, uma doença que inflama a pele e causa coceira intensa, e que só piorou com o tempo. Hoje, ele convive com feridas abertas no rosto, braços, pernas e nas partes íntimas.
“Tem dias que ele se coça até sangrar… e pede pra morrer. Ele pergunta: ‘Por que só eu nasci com essa doença?’”, conta Anna, mãe do Luis.
A dermatite roubou sua infância. Luis não consegue brincar como as outras crianças nem frequentar a escola com a frequência que deveria, devido às crises. Sofre bullying dos colegas, que o chamam de “fedido”. Já teve os óculos quebrados, os materiais destruídos, e, pouco a pouco, foi sendo isolado.
“Já fiz aniversário pra ele e não foi ninguém.”

Além da dermatite grave, Luis também foi diagnosticado com autismo, Transtorno Opositor Desafiador (TOD) e TDAH. Ou seja, a dor física vem acompanhada de ansiedade, agitação e episódios em que ele se agride – bate a cabeça na parede e abre feridas que estavam cicatrizando.
Luis tem alergia até mesmo ao próprio suor!
“É como se a pele dele estivesse queimando.”
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Só este ano, Luis já passou por três internações, ficando até nove dias hospitalizado em cada uma delas. E ainda estamos em abril!
A família mora em São Bernardo do Campo (SP).
Por que Luis precisa da nossa ajuda?
Anna tem que dar conta de tudo sozinha. É mãe solo e não recebe pensão do pai do Luis, que acumula cerca de R$ 27 mil de atraso.
Já precisou viver em um abrigo após sofrer agressões e hoje tenta sobreviver como pode, fazendo unhas em casa – quando consegue. Na prática, a rotina é dominada pelos cuidados com o filho.
“Eu não posso trabalhar. Tudo é muito caro. Os cremes, as pomadas… nada resolve, só alivia. O que ele precisa de verdade é o Dupilumab.”
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Sem renda fixa, com o Bolsa Família suspenso por conta das faltas do Luis na escola e o BPC (Benefício de Prestação Continuada) negado mesmo com laudos médicos, Anna pede socorro pelo filho!
“Eu cheguei no fundo do poço. Não tenho renda certa. Eu só quero ver meu filho parar de sofrer.”
Luis tem a forma mais grave da dermatite, e tudo o que o SUS oferece já foi tentado: corticoides, pomadas, cremes… Nada resolve! Esses produtos apenas aliviam a dor momentaneamente, mas não impedem as crises.
O único capaz de controlar a doença é o Dupilumab, um medicamento de alto custo. Ele pode reduzir drasticamente as crises, ajudar na cicatrização das feridas e dar ao Luis a chance de, finalmente, ser criança.
Mas o medicamento custa entre R$ 8 mil e R$ 10 mil por mês.
Anna luta na Justiça para o Governo fornecer a medicação, mas, enquanto isso não acontece, Luis continua sofrendo e gritando de dor.
Para onde vai sua doação:
A vaquinha é para ajudar a custear a medicação até que o Governo comece a fornecer o tratamento para o Luis.
“Pra mim chegar ao ponto de expor meu filho, é porque eu não tinha mais o que fazer. É um pedido de socorro”, desabafa Anna.
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