Abandonado pela esposa ao ficar paraplégico, motorista de ônibus é cuidado pelas filhas pequenas após Governo negar homer care
Para Leonardo, de Rio das Ostras (RJ), o ano de 2018 ficou marcado por uma tragédia.
Era o aniversário de sua filha mais velha, que completava 9 anos, mas o dia tomou um rumo inesperado quando ele precisou levar a filha caçula, na época com apenas 4 anos, às pressas para o hospital.
O que deveria ser um dia de celebração tornou-se um pesadelo: no caminho de volta do hospital, com a pequena ainda no carro, Leonardo foi vítima de uma tentativa de assalto que o deixou em uma cadeira de rodas.
Após 15 anos de união, sua companheira e mãe das meninas, o abandonou apenas alguns meses depois do acidente. “Ela nunca ajudou com um pão”.
Mas o que ela não esperava é que as filhas, na época com apenas 4 e 9 anos, não aceitariam esse abandono.
Por serem muito apegadas ao pai, elas escolheram ficar com o Leonardo, rejeitando ir com a mãe para não deixá-lo sozinho na dor.
Hoje, aos 11 e 16 anos, são essas meninas que cuidam do herói delas em uma casa alugada, assumindo responsabilidades que seriam de um serviço de home care que o governo retirou.
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Por que Leonardo e filhas precisam da nossa ajuda?
Antes dessa tragédia, Leonardo era motorista de ônibus e provedor da casa. A vida deles é um desafio diário de sobrevivência com apenas um salário mínimo e doações.
Além das dificuldades financeiras para o básico, como medicamentos, sustento da casa, Leonardo ainda convive com uma úlcera assustadora que expõe o osso.
Sem acompanhamento médico adequado, a ferida abre a cada vez que ele precisa se transferir para a cadeira velha e doada que possui.
O seu maior desejo é realizar uma cirurgia para fechar essa lesão e conquistar uma cadeira de rodas motorizada. Imagine a dor desse pai com essa ferida aberta?
Ele não quer apenas alívio para a dor; ele quer a dignidade de voltar a frequentar uma academia e, acima de tudo, voltar a trabalhar para honrar a escolha das filhas e prover o sustento que elas merecem.
Para onde vai a sua doação:
A vaquinha é para ajudar além do sustento, nos custos dessa cirurgia e da cadeira motorizada.
Acompanhe mais sobre essa e outras histórias em @ajudarbr
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