Com 5 doenças graves desde o nascimento, criança é rejeitada pelo pai e a mãe luta sozinha pelo tratamento

O Heitor tem apenas 5 aninhos, mas desde o nascimento enfrenta uma luta que nenhuma criança deveria conhecer.

Ele nasceu com cinco diagnósticos graves, que impactam diretamente sua saúde e sua qualidade de vida desde o primeiro dia: cardiopatia congênita grave, insuficiência respiratória crônica, distúrbio alimentar severo com desnutrição, estenose de esôfago associada a refluxo gastroesofágico e autismo não verbal.

Logo ao nascer, a vida do Heitor passou a acontecer dentro de hospitais. Foram meses internado, praticamente vivendo entre UTIs, aparelhos e procedimentos invasivos. Enquanto ele lutava para sobreviver, sua mãe, Madeleyne, esteve ao lado do leito todos os dias, sozinha.

Desde o início, o pai não esteve presente. Não acompanhou internações, não fez visitas e se afastou emocionalmente ao não conseguir aceitar os diagnósticos do próprio filho. A ausência não foi apenas física, mas também afetiva e financeira, deixando toda a responsabilidade nas mãos de uma única mulher.

A cardiopatia congênita grave significa que Heitor nasceu com múltiplas má-formações no coração, comprometendo a oxigenação do corpo. Por isso, ele não conseguia sair da intubação e precisou passar por cirurgia cardíaca com menos de dois meses de vida.

Como consequência, desenvolveu insuficiência respiratória crônica, exigindo uso prolongado de oxigênio e a realização de uma traqueostomia para garantir sua respiração.

Por isso, ele não conseguia sair da intubação e precisou passar por cirurgia cardíaca com menos de dois meses de vida, por consciência disso e das mais de 12 falhas de extubação, necessitou do uso prolongado de oxigênio e a realização de uma traqueostomia para garantir que ele respirasse para sobreviver.

Somado a isso, veio o distúrbio alimentar severo com desnutrição grave. O coração fragilizado, as longas internações e a dificuldade extrema para se alimentar fizeram com que, aos apenas 5 meses de vida, Heitor pesasse apenas 2,7 kg, sendo necessário o uso prolongado de sonda e, posteriormente, a gastrostomia.

Outro diagnóstico importante foi a estenose de esôfago associada a refluxo gastroesofágico grave, que fazia com que ele tivesse dificuldade até para engolir a própria saliva, acordando sufocado diversas vezes durante a noite. Para protegê-lo, foi necessária a cirurgia de fundoplicatura.

Por que Heitor precisa da nossa ajuda?

Todos esses diagnósticos exigem tratamentos contínuos, fisioterapias, acompanhamentos especializados, medicamentos e novas intervenções cirúrgicas ao longo da vida.

Por exigir cuidados 24 horas por dia, Heitor depende integralmente da mãe, o que impede Madeleyne de trabalhar e garantir sozinha os custos do tratamento, medicamentos, equipamentos e deslocamentos constantes.

Para onde vai a sua doação:

Essa vaquinha existe para que Heitor continue tendo acesso ao cuidado que precisa para viver com dignidade e para que sua mãe não precise carregar essa luta sozinha.

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