Sem ter onde morar, mãe solo de gêmeas com paralisia se desespera e pede por ajuda
Paralisia Cerebral
Condição comprovada com documentos médicos
Necessidade Imediata
Verificada
Luciana é mãe solo de Thawane e Thainara, gêmeas de 27 anos com paralisia cerebral.
Hoje, além de lidar com as sequelas da Covid e da situação das filhas, ela enfrenta algo urgente: precisa deixar o imóvel alugado e não tem para onde ir com as duas meninas, que dependem totalmente dela.
As gêmeas nasceram prematuras e ficaram quase dois meses internadas. A falta de oxigênio no parto causou sequelas permanentes.
Por que mãe e filhas precisam da nossa ajuda?
Desde então, Luciana assumiu sozinha todos os cuidados diários para garantir o mínimo de dignidade às filhas.
Durante anos, elas fizeram acompanhamento na AACD. Quando receberam alta, não foi porque estavam bem, mas porque os tratamentos chegaram ao limite oferecido pelo sistema.
Não fazem fisioterapia há mais de 10 anos, já que o SUS negou o tratamento contínuo e o custo particular é impossível para a família.
Em 2020, Luciana ganhou visibilidade ao vender açaí na porta do barraco onde moravam, em uma ocupação, para não deixar as filhas sozinhas. Com ajuda, conseguiu melhorar aquele espaço. Porém, teve que deixar o local após ficar muito doente e não conseguir cuidar das filhas.
Luciana teve Covid na forma mais grave e ficou com sequelas importantes: falta de ar, cansaço extremo e dores constantes.
Depois, foi diagnosticada com glaucoma, perdeu a visão de um olho e precisou removê-lo devido a uma infecção.
Mesmo com limitações físicas severas, é ela quem diariamente tira as filhas da cama, dá banho, coloca nas cadeiras de rodas e realiza todos os cuidados.
A saúde das gêmeas também piorou. Thawane sofre com dores intensas na coluna por causa da escoliose, já passou por cirurgia no pé e aguarda outra.
Precisa urgentemente de uma ressonância magnética com sedação para avaliar a gravidade do quadro, exame que o SUS não oferece nessas condições.
A cadeira motorizada que ela utilizava quebrou e hoje ela depende de uma cadeira comum, que limita ainda mais sua autonomia. Ambas fazem uso de medicações diárias e utilizam cadeira de banho improvisada.
A única renda da casa vem dos benefícios das filhas. O aluguel consome grande parte desse valor.
Agora, após apenas sete meses, o proprietário solicitou o imóvel de volta, deixando a família sem alternativa de moradia.
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Para onde vai a sua doação:
A vaquinha é para garantir moradia a essa família e a terapia das meninas, inicialmente queremos cobrir 1 ano de aluguel para que possam ter a tranquilidade de um lar e não fiquem desamparadas.
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