Ela venceu o câncer. Agora, Flávia corre contra o tempo para tentar ser mãe antes de retirar o útero

Flávia Guilarducci carrega há anos um sonho: ser mãe. E hoje ela tem uma última chance de tentar realizá-lo.

Depois de enfrentar um câncer de mama, Flávia recebeu um novo diagnóstico grave. Seu útero apresenta um espessamento endometrial severo, com pólipos e alterações no tecido, um quadro com risco de evoluir para um câncer de endométrio. Para preservar sua vida, os médicos definiram que ela precisará retirar o útero. E, depois da cirurgia, ela nunca mais poderá gestar um filho.

Entre janeiro de 2024 e fevereiro de 2025, Flávia conviveu com sangramentos intensos e imprevisíveis, que causavam dores, fraqueza e tonturas. O fluxo era tão forte que, em alguns períodos, ela precisou usar fraldas todos os dias para conseguir sair de casa e frequentar as aulas do mestrado. Em fevereiro de 2025, uma hemorragia severa levou à internação. Em abril, ao suspender a medicação para fazer uma biópsia, enfrentou outro episódio grave.

Diante desse quadro, a equipe médica autorizou uma pausa curta no tratamento para que Flávia faça uma última tentativa de reprodução assistida antes da cirurgia. Essa janela não pode se prolongar, porque o risco de um novo câncer é real.

Ela já sabe o quanto esse caminho é difícil. Em 2025, a família fez uma primeira campanha que não atingiu a meta, e os parentes recorreram a empréstimos e cartões de crédito. Flávia engravidou, mas sofreu uma gestação anembrionária e precisou passar por uma curetagem. Mesmo assim, decidiu tentar de novo. Com a repercussão da história e orientação jurídica, o casal conseguiu o procedimento pela via judicial, e a arrecadação ajudou com viagens e hospedagem. A transferência do embrião, porém, não teve resultado positivo.

As tentativas deixaram marcas emocionais e muitas dívidas. O marido de Flávia ficou desempregado após o diagnóstico do câncer, e o casal é pai por adoção de um menino com autismo e deficiência intelectual, que precisa de medicamentos, acompanhamento e cuidados contínuos.

Enquanto aguardam uma nova ação judicial para tentar a cobertura do procedimento, eles precisam outra vez de pessoas dispostas a fazer parte dessa história. Flávia não está pedindo uma segunda chance. Está pedindo uma última.

Como sua doação vai ajudar

  • Passagens para as cerca de três viagens a São Paulo durante o tratamento
  • Hospedagem pelos aproximadamente dez dias do período da transferência embrionária
  • Alimentação e transporte durante a estadia
  • Medicamentos e suplementos do tratamento
  • Outros custos necessários para que essa última tentativa aconteça

Para você, uma doação pode ser apenas um valor. Para Flávia, pode ser uma passagem, uma diária, uma refeição ou um medicamento. E pode manter vivo um sonho que ela se recusa a abandonar.

Se você puder, doe. Se não puder, compartilhe esta história com amigos, familiares, grupos de WhatsApp e nas suas redes sociais.

Transparência

A Ajud.ar Brasil trabalha com campanhas 100% verificadas e acompanha de perto cada história. Todas as atualizações da campanha da Flávia são publicadas nos nossos perfis oficiais @ajudarbr e @ajudarbrasilong.

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