Criança com deficiência é abandonada: pai estava em motel com amante enquanto ele estava na UTI. Família pede ajuda.

Identidade

Hemimelia Tibial

Condição comprovada com documentos médicos Ícone verificado

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Necessidade Imediata

Verificada Ícone verificado

Benjamin tem apenas 3 aninhos, mas desde antes de nascer já precisou aprender a lutar.

Ainda na gestação, com apenas 23 semanas, médicos identificaram malformações graves que mudariam completamente o rumo da sua vida.

Ele foi diagnosticado com síndromes raríssimas, entre elas a VACTERL. No caso de Benja, a condição afetou severamente seu sistema intestinal: o intestino não se formou corretamente e ele nasceu sem o ânus.

Por isso, nos primeiros meses de vida, ele precisou enfrentar cirurgias extremamente complexas e, por 2 anos e 9 meses, viveu com colostomia.

Além disso, Benjamin nasceu com uma condição ainda mais rara: a hemimelia tibial. Ele praticamente não possui a tíbia, um dos principais ossos da perna. Benja não anda e isso impede o crescimento normal da perna.

Alguns médicos chegaram a apontar a amputação como única alternativa. Mas sua mãe se recusou a aceitar que o filho não tivesse sequer a chance de tentar andar. 

Ela buscou outras possibilidades, outras opiniões e caminhos que pudessem oferecer esperança.

Hoje, Benjamin usa um aparelho ortopédico fundamental para a reconstrução óssea. Porém, o que deveria ajudá-lo também tem sido fonte de dor constante. 

Um dos componentes do aparelho está solto na coxa, causando dores intensas, infecções frequentes e internações recorrentes. Mesmo assim, ele segue enfrentando cada dia com uma coragem que não cabe em um corpo tão pequeno.

Por que Benjamin precisa da nossa ajuda?

Para que Benjamin tenha a chance real de andar, ele precisa com urgência de pelo menos três novas cirurgias, além de um tratamento fisioterapêutico intensivo chamado método TheraSuit.

Essa terapia é essencial para sua reabilitação e exige sessões diárias de três a quatro horas, com vestimentas ortopédicas que auxiliam no alinhamento do corpo e no fortalecimento muscular necessário para que ele aprenda a se locomover.

Enquanto tudo isso acontece, sua mãe Akôtirene dedica a vida inteira a cuidar dele em Recife (PE). 

Sem apoio algum do pai, que abandonou a família ao descobrir a má formação do filho, ela precisou deixar o trabalho e hoje enfrenta sérias dificuldades financeiras. 

“O genitor alegou que não poderia ter a vida dele arruinada por conta disso”.

Sem transporte próprio, cada ida a consultas e terapias se transforma em mais um desafio, já que ônibus e até aplicativos de transporte frequentemente se recusam a levar a cadeira de rodas do menino.

Para onde vai a sua doação:

A vaquinha é para conseguir custear as fisioterapias intensivas e a primeira cirurgia. Caso batamos a primeira meta, queremos conseguir custear mais uma cirurgia. Benja passará a vida toda por cirurgias.

Acompanhe mais sobre essa e outras histórias em @ajudarbr

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